sexta-feira, 25 de junho de 2010

Informativo da Arquidiocese de Curitiba


Data: 03/07/2010
Ordenado em Roma no dia 3 de julho de 1960, Monsenhor Estanislau comemorará os seus 50 anos de Vida Sacerdotal no próximo dia 3/07 (sábado), em Missa de Ação de Graças a ser celebrada às 9h30, no Santuário Nossa Senhora de Fátima, em Curitiba.
A Santa Missa será transmitida AO VIVO através do site www.santuariofatima.org.br
SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Praça Cova da Iria, 3 - Tarumã - Curitiba - Paraná - CEP 82800-200
Fone: 41 3266-5384

Pastoral Catequética
A Pastoral Catequética da Arquidiocese de Curitiba comunica que está promovendo dois eventos formativos importantes para nossa igreja local:
- o IV Seminário Arquidiocesano de Catequese, com o tema: A Animação Bíblica da Pastoral. Acontecerá em 28 e 29 de agosto de 2010, na PUCPR-TUCA.
- o curso A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, que será realizado em 4 módulos: 15 de agosto, 19 de setembro, 24 de outubro e 21 de novembro.
As inscrições para ambos os eventos estão sendo efetuadas no Depto. de Catequese, à Av. Jaime Reis, 369.
Mais informações pelo e-mail: catequese@arquidiocesecwb.org.br ou fone: 2105.6318.

Campanha de Inverno
Com a aproximação do inverno e sabendo que muitos irmãos de rua passam por necessidades, a Pastoral do Povo de Rua está fazendo a Campanha do Agasalho. Ajude a aquecer um irmão em situação de rua. As doações podem ser feitas diretamento no Centro Pastoral, na Dimensão Social ou entrando em contato com Joelcio, pelo telefone 3357-8216 ou Henrique, telefone 3585-2221.

Grandiosa Festa Julina
Local: Paróquia São Martinho de Lima

Data: 03 e 04 de julho

03 de julho

Horário: 19h

Missa Sertaneja, logo após a Missa terá quadrilha, pinhão, doces e salgados.

04 de julho

Horário: 12h
Almoço com risoto, costela, porco no tacho, frango, saladas e bebidas.

14h – Grandioso bingo
Prêmios:
1º Prêmio: 1 boi
2º Prêmio: 1 jogo de sofá
3º Prêmio: 1 máquina de lavar e mais 7 ótimos prêmios.

Maiores informações: 3226-2310
www.saomartinhodelima.com.br
E-mail: saomartinhodelima@hotmail.com

Plebiscito

Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra: de 01 a 07 de setembro.

O ato concreto do povo brasileiro contra a concentração de terras. O plebiscito será uma consulta feita ao povo para saber se este concorda ou não com o limite da propriedade no Brasil.
A realização e o sucesso do plebiscito dependem única e exclusivamente da participação e do empenho de cada um, de cada entidade, organização e pastoral, uma vez que não existe nenhum apoio público e da mídia. Representa a força e a determinação de quem acredita em que algo pode ser feito para corrigir esta absurda concentração de terras que acaba por excluir milhões de famílias de terem seus direitos protegidos.

Maiores Informações no telefone: 2105-6300

Terapia para casais

Terapia para casais com dificuldades no matrimônio com acompanhamento de uma terapeuta
especialista, toda a segunda-feira a partir das 20h no CRAS – Rua Amâncio Moro, 135 – 3352-6216.

Reforço escolar
O Reforço escolar juntamente com o projeto Crianças das Padroeiras já retornou, suas atividades ocorrem às segundas-feiras a partir das 8h.
Maiores informações pelo telefone: 3352-6216

Missões Redentoristas
Participe das Santas Missões Redentoristas, confira na Secretaria do Santuário o local e as datas
das próximas celebrações de setor. Mais informações: 3253-2031.

CRAS
O CRAS fornece gratuitamente atendimento com nutricionista, fonoaudiólogo, orientação jurídica,
terapia em grupo para casais, atendimento psicológico. Agende seu atendimento diretamente no CRAS.
Maiores informações pelo telefone: 3352-6216






Mitra da Arquidiocese de Curitiba
Cúria Metropolitana - Assessoria de Imprensa/Camila Moreira
Telefones: 2105-6342 e 2105-6343
Para excluir seu email do Boletim acesse o Portal www.arquidiocesedecuritiba.org.br.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Curso de batismo

Programação de Curso de Batismo
da Capela São Vicente de Paulo

Rua Francis Bacon, 136
Jardim Aliança
Curitiba - Pr


Datas do curso

05/09/2010 das 09h às 12h - domingo
07/11/2010 das 09h às 12h - domingo


Datas do batizado
18/09/2010 às 16h00 - sábado
20/11/2010 às 16h00 - sábado


Preferencialmente que os pais e padrinhos tenham todos os
sacramentos.

Caso necessitem de mais informações, envie um email para
capelasaovicentedepaulo@ig.com.br






Não olhar para trás

Notícias: Nacionais
» Notícias » Artigos
Não olhar para trás - 21/06/2010 - 10:54

O alerta de Cristo deve ser sempre refletido: “Quem põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o reino de Deus” ( Lc 9,62). A comparação de Jesus é tirada de um agricultor que está prestes a iniciar seu trabalho de arar a terra, mas se põe a olhar para trás. Uma curiosa maneira de iniciar o serviço. Passa nitidamente a impressão de que não está concentrado no que vai fazer. Esta proposição do Mestre divino mostra claramente que é possível para um cristão ser impróprio para o reino de Deus, mesmo que já tenha colocado a mão no arado. Segundo o contexto desta passagem, Cristo pronunciou estas palavras em reação a alguém que Ele convidou a segui-lo e tinha até boas intenções, mas primeiro queria se despedir dos seus familiares. Portanto, há duas condições para se estar capaz para o serviço do Reino de Deus: colocar a mão no arado e não olhar para trás. O discípulo de Cristo é um trabalhador, tem uma tarefa a cumprir: trabalhar a terra e a cultivar, ou seja, prepará-la para dar frutos. O batizado participa do múnus sacerdotal, régio e profético de Jesus e deve exercer esta ocupação no mundo, preparando o terreno dos corações para neles cultivar a mensagem do Evangelho. A preparação é a união com Deus, louvando-O, glorificando-O como participantes do sacerdócio de Cristo, depois dilatando o Reino com palavras e ações, denunciando com coragem tudo que atropela os ensinamentos do Mestre divino. Colocar a mão no arado significa, assim, se colocar ao serviço dos interesses divinos. Lá onde se encontra, o cristão é um mensageiro das verdades reveladas jamais se acomodando numa vida frívola e sem rumo. Cumpre uma vida dinâmica com todas as atividades centradas em Deus. É preciso seguir as diretivas de Cristo como se acham no Evangelho. Colocar a mão no arado comporta todas as obrigações de quem recebeu o batismo e se tornou seguidor de Cristo. Para isto é preciso competência. Ninguém pode utilizar os instrumentos agrícolas sem estar preparado para tal. Deste modo o cristão deve estar instruído para cooperar na difusão das verdades reveladas por Deus. Para isto é preciso estudar, refletir acerca de tudo o que se acha na Bíblia e o praticar para dar testemunho onde quer que se esteja, mas confiando unicamente na graça do Ser Supremo. Lemos em São Paulo: “Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer” (1Cor 3,6). Quem dirige um arado se sacrifica. Isto, na metáfora usada por Jesus, denota que é mister para seu discípulo tomar a cruz de cada dia, pois somente assim estará contribuindo para a dilatação do bem. É o sacrifício de cada um a serviço do Reino. O arado, além disto, revolve a terra para que nela seja lançada a boa semente. Quando alguém vive o Evangelho vai lançando sulcos que se tornam aptos para que a semente divina neles seja lançada. Vivendo à imagem de Jesus, influenciando a vida de todos que estão à sua volta, cada um faz com que a comunidade seja muito mais luminosa. Com um apostolado esclarecido o batizado revoluciona esta terra. No momento de deixar esta vida cada um deve poder dizer: “O mundo ficou melhor eu por ele passei”. Para isto, mister se faz um total engajamento em Deus, pois não se pode ser apenas chamado de cristão, mas reconhecido como tal de tal forma que a fé individual resplandeça. Então, quem trabalha no serviço do Reino percebe que este não é resultado de persuasão por palavras sem obras, mas resulta de sua magnitude que esplende na existência de cada batizado. Obtida a justificação, cumpre uma conduta apropriada. Comportamento do homem novo renascido com Cristo, inteiramente consagrado a Deus. Este não olhará nunca para trás e não se renderá jamais às aliciações mundanas, mas estará decido sempre a contribuir para a obra Da evangelização. Então, a colheita será deslumbrante porque houve operários dedicados à seara do Senhor. * Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos.

Última Alteração: 10:54:00
Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho
Local:Mariana (MG)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

As fogueiras que ainda queimam


E-mailImprimirPDF

Por motivos vários, entre eles a segurança e a conservação da natureza, hoje desapareceram as fogueiras. O folclore típico retratando a vida simples do campo e do assim chamado caipira, com as comidas típicas, se limita apenas em festa nos clubes, escolas, até como forma de arrecadação e ajuda ao apertado orçamento anual. Saudosismo ou não, mas eram tempos diferentes. Tudo era simples, tudo em família. Nos arraiais do caboclo, com danças e comidas típicas, passava-se o tempo contemplando as chamas da fogueira a transformar os troncos em brasa ardente, para depois passar com os pés descalços. E o povo a gritar de alegria.

Tudo isso faz parte do passado, dos tempos em que não havia a complicação do ativismo da vida moderna e dos aglomerados urbanos, cobertos pelo anonimato e a indiferença. Como seria diferente se as fogueiras voltassem a queimar não a lenha, mas os corações distantes, frios e egoístas do homem e da mulher deste tempo, para redescobrir a beleza de ser gente com coração capaz de amar e ser amados.

Quero recordar entre as fogueiras históricas aquela que Zacarias fez para anunciar aos parentes e vizinhos o nascimento de João. Fogo, fumaça, luz comunicando vida, anunciando um novo tempo brotado do ventre daquela que chamavam estéril. A fogueira de São João desapareceu e com ela a vida, principalmente dos que foram gerados e não puderam nascer.

Existem fogueiras que permanecem e que jamais se apagarão. Elas foram acesas há mais de dois mil anos e continuam incandescentes como se fossem acesas hoje. São duas relatadas nos evangelhos e ambas relacionadas a Pedro. A primeira queimava no pátio de Anás, sogro do sumo sacerdote Caifás, lugar onde levaram Jesus depois de ser entregue por Judas no jardim do Getsêmani (Lc 22,55).

Ao redor daquele fogo estava Pedro, aquecia-se e fingia ser um qualquer no meio de tantos que por curiosidade se aglomeravam a fim ver o resultado final da condenação daquele que ensinava nas sinagogas e praças e se fazia chamar de Mestre, o homem galileu. Em meio a esta expectativa, Pedro perde o anonimato diante de uma empregada, e por três vezes nega ter conhecido o Homem de Nazaré.

A fogueira passa a queimar naquele momento não a lenha, mas a traição, a vergonha, a falta de coragem, a amizade traída, as promessas de seguimento á todo custo. Tudo foi ao fogo pelo medo covarde ligado à fraqueza humana de quem é interpelado ao testemunho na hora em que menos espera. O que ficou no coração daquele homem a queimar como nunca foi a dor da traição e do fracasso. Depois chorou amargamente, ficando ausente em todos os passos da condenação e da morte do melhor amigo.

A segunda fogueira foi acesa por Jesus, que por graça do Criador não tem nenhuma curiosidade ou falsos interesses, mas simplesmente o amor através de alguns peixinhos assados a esperar os desiludidos discípulos depois de uma noite fracassada de pesca. Foi na praia do Mar da Galiléia (Jo 21,9), onde acontecera o primeiro encontro com Pedro, André e Tiago. Apesar de experientes pescadores, trabalhando a noite toda, arriscam de madrugada, mas nenhum resultado.

Foi então que ouviram uma voz, mandando jogar as redes à direita do barco. Que bela surpresa, a abundância foi tão grande que quase afundavam os barcos. O sentimento naquele momento não podia ser outro a não ser, o de dizer: ”È o Senhor”. Essa é a fogueira da reconstrução de uma vida nova, com o ressuscitado. Foi ali que Jesus perguntou: Pedro, tu me amas mais do que estes? Foi três vezes perguntado em contraposição à tríplice negação. E a resposta foi também três vezes afirmativa: “Tu sabes tudo, Tu sabes que te amo”. A confirmação de Jesus é imediata: “Apascenta as minhas ovelhas”.

Amigo, não importa o que você tenha feito ou deixado de fazer, existirá sempre uma fogueira, onde Jesus te espera com um peixinho assado na brasa do amor de Deus por você.

Dom Anuar Battisti

fonte: www.cnbb.org.br